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DICAS DE LOGÍSTICA

 

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Profissionalize sua gestão de suprimentos em nove passos – 1ª parte

1º passo: Metodologia “brown–paper”.

Fixe na parede um papel marrom de tamanho grande. Reúna a equipe da área (ou a pessoa mais experiente) para a montagem do processo atual como se fosse um grande fluxograma. Cole no papel exemplos da documentação usada no dia-a-dia. Elabore em formato de fluxo. Registre no “brown-paper” as sugestões de melhoria ou indicações de problemas. Essa é uma das maneiras mais rápida de conhecer a área e dominar suas operações, metodologias e problemas atuais. A participação da equipe é fundamental para definir quem são os bons jogadores e àqueles que você terá que trabalhar e orientar para tomar as decisões apropriadas.

2º passo: Elaborar a curva ABC dos fornecedores.

Elabore a curva ABC do valor das compras tanto para os materiais (quantidade X preço) quanto para os fornecedores (valor comprado) para avaliar o que é comprado e de quem. Na curva ABC do valor das compras dos materiais, prepare uma planilha com as compras históricas dos últimos 12 meses para servir de análise futura. Na curva ABC de fornecedores, cheque nos itens “A” somente os que estão ativos e se possui compras em andamento. Verifique se o fornecedor é exclusivo e avalie o motivo. Para todos os fornecedores “A” inicie a procura por duas (02) ou três (03) fontes de fornecimento para negociar melhores termos de compras baseado no histórico de consumo.

O fornecedor com melhor qualidade de serviço e produto deve ter a maior participação. O departamento de controle de qualidade pode ajudar a qualificar os fornecedores. Deve ter pelo menos dois (02) fornecedores para cada item (três quando possível). Com dois fornecedores, distribua 60% ao melhor fornecedor com qualidade/serviço/preço e  40% para o que possivelmente não tem melhor preço, mas o mesmo nível de fornecimento em qualidade e serviço.   Com três fornecedores, distribua na forma de 40%/40%/20%, sendo o fornecedor com 20% de participação um fornecedor para desenvolver para poder melhorar e negociar preços (parceria). Lembre que controlando os itens “As”, temos controlado 80% do portfólio de compras.


3º passo: Verificar consumo previsto.

Verifique a previsão de consumo para os próximos 12 meses (principalmente para os itens “As” e os itens estratégicos) para poder negociar com os fornecedores. Cheque onde é possível fazer pedido aberto com confirmação mensal conforme os requerimentos e requisições de compras.

 



Tipos de Carretas:

CAVALO MECÂNICO
Cavalo Mecânico: é o conjunto formado pela cabine, motor e rodas de tração do caminhão com eixo simples (apenas 2 rodas de tração). Pode ser engatado em vários tipos de carretas e semi-reboques, para o transporte
.

CAVALO MECÂNICO TRUCADO
Cavalo Mecânico Trucado ou LS: tem o mesmo conceito do cavalo mecânico, mas com o diferencial de ter eixo duplo em seu conjunto, para poder carregar mais peso. Assim o peso da carga do semi-reboque distribui-se por mais rodas, e a pressão exercida por cada uma no chão é menor.

CARRETA 2 EIXOS
Carreta 2 eixos: utiliza um cavalo mecânico e um semi-reboque com 2 eixos cada. Possui peso bruto máximo de 33 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros.


CARRETA TRÊS EIXOS
Carreta 3 eixos: utiliza um cavalo mecânico simples e um semi-reboque com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 41,5 toneladas e comprimento máximo de 18,15 metros.

CARRETA CAVALO TRUCADO
Carreta cavalo trucado: utiliza um cavalo mecânico trucado e um semi-reboque também com 3 eixos. Possui peso bruto máximo de 45 toneladas e comprimento máximo também de 18,15 metros.


BITREM OU TREMINHÃO
Bitrem ou treminhão: é uma combinação de veículos de carga composta por um total de sete eixos, que permite o transporte de um peso bruto total de 57 toneladas. Os semi-reboques dessa combinação podem ser tracionados por um cavalo-mecânico trucado.

Rodotrem
: é uma combinação de veículos de carga (dois semi-reboques) composta por um total de 9 eixos que permite o transporte de um peso bruto total de 74 toneladas. Os dois semi-reboques dessa combinação são interligados por um veículo intermediário denominado Dolly. Essa combinação só pode ser tracionada por um cavalo-mecânico trucado e necessita de um trajeto definido para obter Autorização Especial de Trânsito (AET).



Tipos de Caminhões:

Tipos de Caminhões: O CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) limita o peso máximo por eixo que pode ser carregado pelos veículos. Este limite deve-se ao fato que quanto maior a força que os pneus aplicam sobre a camada de asfalto, maior será a degradação deste asfalto. Assim, os caminhões podem levar muito peso, desde que ele esteja distribuído por vários eixos (maior número de rodas para distribuir o peso da carga).

Vejam abaixo alguns tipos de caminhões (parte I):

VUC

Veículo Urbano de Carga (VUC): O VUC é o caminhão de menor porte, mais apropriado para áreas urbanas. Esta característica de veículo deve respeitar as seguintes características: largura máxima de 2,2 metros; comprimento máximo de 6,3 metros e limite de emissão de poluentes.  A capacidade do VUC é de 3 toneladas.

TOCO

Toco ou caminhão semi-pesado: caminhão que tem eixo simples na carroceria, ou seja,  um eixo frontal e outro traseiro de rodagem simples. Sua capacidade é de até 6 toneladas, tem peso bruto máximo de 16 toneladas e comprimento máximo de 14 metros.

TRUCK

Truck ou caminhão pesado: caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. O objetivo é poder carregar carga maior e proporcionar melhor desempenho ao veículo. Um dos eixos traseiros deve necessariamente receber a força do motor. Sua capacidade é de 10 a 14 toneladas, possui peso bruto máximo de 23 toneladas e seu comprimento é também de 14 metros, como no caminhão toco.


Acompanhamento dos Indicadores: Extraia o Máximo de Resultados.

Dois dos principais indicadores da área de suprimentos é o giro dos estoques e o nível de serviço. Mas não adianta apenas publicar os indicadores se não houver um acompanhamento dos resultados confrontando-os com os objetivos, principalmente quando desvios podem ser observados. Para garantir o correto acompanhamento dos indicadores, deve-se garantir: 1) Definir uma frequência apropriada de acompanhamento; 2) Garantir que a análise dos resultados seja realizada (pode ser semanal);
3) Caso haja desvios, deve-se tomar ações corretivas; 4) Manter um acompanhamento mais rigoroso face aos desvios observados; 5) Todas as pessoas envolvidas no processo devem ser informadas (ao menos uma vez por mês);

6) Os indicadores devem fazer parte de um relatório gerencial;
7) Os indicadores devem ter o mínimo de três meses de acompanhamento para termos uma tendência real e elaborarmos planos de ações mais consistentes. W. E. Deming, o “pai da qualidade”, já dizia: “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia.”. Portanto, seguindo estas orientações, estaremos extraindo o máximo dos indicadores de maneira profissional contribuindo para o sucesso da organização.


Suprimento competitivo: Ganhos Reais para a Organização.

Uma área de suprimentos bem estruturada faz a diferença positiva no resultado operacional da empresa. Para gerar fornecimentos confiáveis precisa-se de uma gestão eficaz visando atender as demandas da produção. Para a gestão ser eficaz, deve-se ter um bom giro dos estoques e uma baixa porcentagem de rupturas no fornecimento. Então dois indicadores são essenciais: giro dos estoques e nível de serviço (é mais motivador analisar o nível de serviço do que a taxa de rupturas, ou seja, é melhor medir o bom e não o ruim). O primeiro apresenta a quantidade de vezes que o estoque se renova no período de um ano e o segundo apresenta o percentual de atendimento das requisições de materiais. Quanto maior o giro do estoque, respeitando-se os lotes econômicos de compra, sem prejudicar a produtividade da empresa, melhor será o resultado da área de suprimentos.

Para que estes indicadores sejam confiáveis e reais, deve-se atentar para os seguintes pontos: 1) A metodologia de cálculo deve estar documentada (pode ser uma instrução operacional); 2) A precisão do indicador de nível de serviço é o dia (e não o mês); 3) Os objetivos devem estar num documento oficial e devem ser conhecidos e compreendidos (pode ser um instrutivo logístico); 4) Os objetivos devem ser ambiciosos, porém realista, e estar associado a um plano de melhoria contínua (plano de ação). É importante destacar que se o indicador não atingir a meta por três meses consecutivos, um plano de ação é mandatório. É o pontapé inicial de uma área de suprimentos alinhada com as necessidades da empresa. Bom trabalho!


Dossiê Profissional.

Você está em busca de recolocação profissional ou pensando em dar um “upgrade” na carreira? Se sim, existe uma ferramenta que será o diferencial entre você e os demais candidatos no momento decisivo da entrevista de emprego. Chama-se dossiê profissional. Trata-se de uma coletânea das suas experiências profissionais. Reserve-se o direito de preparar o seu dossiê na melhor pasta que você conseguir e imprima os documentos num papel de qualidade. Por se tratar de um dossiê, você não ficará “amarrado” ao tamanho mínimo dos currículos, até porque o dossiê é seu e não ficará com o entrevistador. Será utilizado apenas para apresentar seus histórico profissional, com todos os gráficos e melhorias que você já fez. Quando o entrevistador perguntar sobre sua experiência profissional, você terá em mãos um documento para apresentar e o nervosismo será reduzido. E também não se esquecerá de detalhes importantes da sua carreira.

Não existe um modelo padrão do dossiê. Você deve desenvolver a criatividade para que o documento seja único. Para não partir do zero, a ordem pode ser da empresa mais recente para a última. Para cada empresa coloque numa folha os dados do seu cargo e atribuições. Em seguida, adicione indicadores e gráficos do seu desempenho e melhorias alcançadas. Ah! Coloque cada folha num saco plástico individual para não ficar descolando no momento da apresentação. Adicione organograma, número de funcionários, ramo e atividade da empresa, suas principais atribuições, realizações e atividades extras.  Já consegui um emprego bem concorrido por conta deste diferencial. Afinal de contas, são poucos os profissionais que fazem este tipo de documento. Acham desnecessário. Mas quem faz emite um recado oculto para o entrevistador de uma pessoa organizada e realizadora. Funciona mesmo, mas seja sempre honesto.
Boa sorte!


Quadro de Gestão à Vista: Mostre seus Resultados.

Você que é gestor de uma área operacional, prepare um quadro de gestão à vista e publique seus resultados. Defina os indicadores da sua área (KPI's) com objetivos e metas alinhados com os objetivos da empresa. Lembre-se que "o que não se mede não se gerencia".

Todos os funcionários da sua área devem estar familiarizados com os indicadores e em busca dos mesmos resultados. Atualize o quadro todos os meses e vibre com sua equipe a cada bom resultado. O quadro deve ficar num local bem visível, se possível na entrada principal.


ERP na gestão de suprimentos: Necessidades Otimizadas

Para se obter o máximo de resultados na gestão de suprimentos, a empresa deve ter um sistema ERP bem parametrizado utilizado nos cálculos das necessidades suportado por “hardware” veloz onde os usuários estejam satisfeitos com o sistema e o tempo de acesso/resposta curto. O sistema deve ter um módulo de simulação, onde os analistas e compradores possam checar as melhores alternativas de compra antes da decisão final. Todos os usuários do sistema devem ser treinados por um multiplicador chave, conhecedor profundo dos recursos disponíveis.

Deve haver um programa de treinamento para novos empregados, inclusive planificado, pois muitas vezes esquece-se de manter o nível de treinamento. Toda documentação do sistema deve estar disponível para consultas, envolvendo os aspectos práticos e teóricos. A documentação deve cobrir os aspectos de suprimentos, ser clara, atualizada e de fácil acesso. Não é fácil atender todos os aspectos apresentados, mas são nos detalhes que a gente pode fazer a diferença na redução de custos.


Pane de Sistema: Considere um Modo de Trabalho Contingencial

Nos dias de hoje onde praticamente todo nosso trabalho nas empresas é realizado nos sistemas coorporativos (ERP’s), o que fazer em caso de pane no sistema? “Nada” não pode ser a resposta, pois os clientes não estão disponíveis a aceitar desculpa por falta de atendimento por motivo de falta de sistema. Imagine duas situações: 1) Uma montadora de carros pararia a sua produção por falta de componentes? O que ela faria com os lucros cessantes por falta de produção? Considerando uma produção diária de 3.000 veículos populares, o custo de apenas um dia parado fecharia vários fornecedores se a multa fosse aplicada; 2) Uma rede de supermercado publica no seu panfleto de final de semana uma promoção de sabão em pó. O que fazer se o fornecedor não entregar o sabão em pó conforme programação e os clientes da rede não puderem comprar? Eliminar o fornecedor é apenas um ponto, mas e como ficariam os direitos do consumidor? As consequências das panes no sistema ou da indisponibilidade podem ser prejudiciais em termos de confiabilidade e de custo. A empresa deve garantir que o sistema esteja disponível durante todos os horários de necessidade normal, mas é conveniente preparar um procedimento de como se deve trabalhar em caso de pane do sistema (modo degradado).

Antes de partir para o procedimento formal, é preciso definir o que a empresa considera como pane de sistema. Perguntas como: “quanto tempo nós podemos esperar sem sistema” pode ajudar na definição. O procedimento deve deixar definido este ponto e, ocorrendo o problema, o que fazer com os processos chaves da organização (passo a passo). A norma também deve indicar como regularizar as transações quando do retorno do sistema, bem como exigir a elaboração de um plano de ação corretivo em caso de falha. Nem todas as empresas preocupam-se em planejar um modo de trabalho contingencial, pois acreditam fielmente nas suas áreas de TI e nos famosos “backups”. As cópias também podem falhar e os acessos aos servidores podem ser alvo dos “crackers”. Planejar processos de trabalho sem sistema dá trabalho, mas, ao mesmo tempo, alerta-nos para medidas preventivas que fará com que provavelmente nunca lancemos mãos do procedimento escrito.


INCOTERM:

INCOTERM: Termo comercial internacional que define qual das partes envolvidas na transação paga o custo de cada segmento do transporte, qual é responsável pelo carregamento e descarregamento dos bens e qual assume o risco da perda em algum ponto do transporte internacional. Existem diversos INCOTERMs tais como o CIF, FOB, CFR, etc. Aplicam-se ao transporte marítimo e hidroviário.

Obs.: O transporte rodoviário importou as siglas CIF e FOB para o seu negócio visando identificar a modalidade do frete quando se compra, ou seja, CIF por conta do fornecedor e FOB por conta de quem compra.


Estoque em Consignação (Consignment Inventory):

1) Bens ou produtos que serão pagos somente quando forem comercializados ou vendidos e não no momento em que são recebidos pelo revendedor;

2) Bens ou produtos que são de propriedade do vendedor até que sejam vendidos ao consumidor final;

3) Materiais que, apesar de estarem fisicamente no estoque, só serão pagos aos fornecedor somente quando forem utilizados.


Frete FOB e Frete CIF:

Frete FOB:“FOB” é a abreviatura da frase inglesa “Free On Board” que significa “Posto a Bordo”. Nas operações mercantis de compra e venda, a cláusula FOB atribui ao vendedor o encargo de entregar a mercadoria a bordo, pelo preço estabelecido, ficando as despesas decorrentes do transporte (frete e seguro) por conta do comprador, bem como os riscos, até a entrega.

 

Frete CIF: “CIF” é a abreviatura das expressões inglesas “Cost, Insurance and Freight” que significam “Custo, Seguro e Frete”. Nas operações mercantis de compra e venda, a cláusula CIF inclui no preço da mercadoria vendida, as despesas com seguro e frete até o local de destino. Ou seja, constituem, tais termos, cláusula utilizada nas operações mercantis de compra e venda, pela qual o preço da mercadoria vendida inclui despesas com seguro e frete até o local de destino.



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