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DICAS DE LOGÍSTICA

   
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Requisitos mínimos na contratação de transporte:


As empresas devem contratar os transportes de produtos, insumos e resíduos (entre outros) sob algumas condições que protegem seus interesses na segurança destas movimentações. Para isto, os requisitos são divididos segundo o controle que lhes pode ser aplicado conforme segue.

TRANSPORTADORAS
TRANSPORTADORES AUTÔNOMOS


As pessoas jurídicas com atividade formal de transporte rodoviário de cargas, contratadas e cadastradas para pagamentos sob a emissão de CTRC’s (Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga), devem ter avaliação/credenciamento e serem examinadas conforme os seguintes critérios:

  • Administração geral;
  • Treinamentos;
  • Recursos Humanos;
  • Disciplina;
  • Drogas e Álcool;
  • Política de sub-contratação;
  • Saúde, Segurança e Meio Ambiente;
  • Controle de documentos;
  • Planejamento;
  • Manutenção preventiva e corretiva;
  • Segurança patrimonial;
  • Confidencialidade;
  • Infraestrutura;
  • Automação de controles.

Esta avaliação deve ser acompanhada no dia-a-dia das operações e auditada como revisão em período pré-determinado (a cada dois anos por exemplo).


As pessoas físicas, contratadas diretamente  pela empresa para serviços de transporte rodoviário de cargas ou pessoas jurídicas que não se enquadrem na definição de transportadoras, remuneradas através de crédito em conta, cheque ou outro meio, devem ter sua aceitação condicionada aos seguintes critérios:

  • Entrevista pessoal com o proprietário ou motorista;
  • Aprovação prévia por gerenciadora de riscos independente;
  • “Check-list” do veículo;
  • Documentação legal do veículo e do motorista;
  • Laudo de Inspeção Veicular emitido por entidade credenciada pelo INMETRO/DENATRAN.

Os veículos autônomos não portadores do laudo devem sofrer “check-list” periódico válido por 30 dias.


Ferramenta de qualidade GUT:

GUT é uma ferramenta usada para definir prioridades dadas as diversas alternativas de ação. Esta ferramenta responde racionalmente às questões:

•          O que devemos fazer primeiro?
•          Por onde devemos começar?

Para responder a tais questões a ferramenta GUT leva em consideração a: Gravidade, Urgência e Tendência do fenômeno.

Por GRAVIDADE devemos considerar a intensidade, profundidade dos danos que o problema pode causar se não se atuar sobre ele;

Por URGÊNCIA devemos considerar o tempo para a eclosão dos danos ou resultados indesejáveis se não se atuar sobre o problema;

Por TENDÊNCIA devemos considerar o desenvolvimento que o problema terá na ausência de ação.

A ferramenta GUT aplica-se sempre que precisamos priorizar ações dentro de um leque de alternativas. O objetivo desta ferramenta é ordenar a importância das ações pela sua GRAVIDADE, pela sua URGÊNCIA e pela sua TENDÊNCIA de forma racional, permitindo escolher a tomada de ação menos prejudicial.

Usar a ferramenta GUT obriga considerar cada problema sob o tríplice foco da sua gravidade, da sua urgência e da sua tendência.

GRAVIDADE: consideramos a intensidade ou profundidade dos danos que o problema pode causar se não se atuar sobre ele. Tais danos podem ser avaliados quantitativa ou qualitativamente.
Mas sempre serão indicados por uma escala que vai de 1 a 5:

♦ 1- dano mínimo
♦ 2 – dano leve
♦ 3 – dano regular
♦ 4 – grande dano
♦ 5 – dano gravíssimo

URGÊNCIA: considera o tempo para a eclosão de danos ou resultados indesejáveis se não se atuar sobre o problema. O período de tempo também é considerado numa escala de 1 a 5:

♦ 1 – longuíssimo prazo (dois ou mais meses)
♦ 2 – longo prazo (um mês)
♦ 3 – prazo médio (uma quinzena)
♦ 4 – curto prazo (uma semana)
♦ 5 – imediatamente (está ocorrendo)

TENDÊNCIA: considerar o desenvolvimento que o problema terá na ausência de ação. A tendência também é definida numa escala de 1 a 5:

♦ 1 – desaparece
♦ 2 – reduz-se ligeiramente
♦ 3 – permanece
♦ 4 – aumenta
♦ 5 – piora muito

A ferramenta deve ser usada, preferencialmente, para estabelecer prioridades de agenda, respondendo à pergunta: Por onde devo começar? Se não houver uma priorização adequada das atividades, as mesmas serão orientadas geralmente pela URGÊNCIA delas e isso pode constituir uma grave falha de planejamento. Esta ferramenta possibilita que seu usuário forme uma visão ampla do que precisa realizar e oriente a sua ação.

Fonte: http://qualidadeonline.wordpress.com/2010/05/28/ferramenta-da-qualidade-gut-gravidade-urgencia-tendencia/


"Lead Time":


"Lead time" é um dos conceitos mais importantes da cadeia logística ("supply chain"). Trata-se do tempo necessário para o início da atividade até o seu término. Para a cadeia de suprimentos, é o tempo entre a geração da necessidade do material e a sua efetiva disponibilidade para o cliente.

No "Lead Time" podemos calcular o tempo para a geração do pedido de compra, entrega pelo fornecedor, transporte (marítimo, aéreo, rodoviário, fluvial), recebimento, inspeção de qualidade, conferência, armazenamento. Como se pode observar, não é um cálculo simples e deve ser feito para cada item.

O "Lead Time" deve ser levado em consideração em todos os processos e está associado ao custo da operação. Associados ao "Lead Time" estão, por exemplo, o estoque de segurança, o Lote Econômico de Compras (LEC) e os processos produtivos.



Logística Reversa:

A Logística Reversa nos ensina que o relacionamento com o cliente não encerra quando entregamos o produto final. Existem muitas oportunidades de melhoria no pós-venda e pós-entrega que gera vantagens competitivas para as empresas e redução de custo.

Abaixo algumas definições de Logística Reversa.

“A atividade de planejamento, execução e controle do fluxo de matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados (bem como os fluxos de informações relacionados), do ponto de consumo ao ponto de origem, de forma eficiente e eficaz, visando recapturar o valor ou destinar à eliminação adequada, cuidando do impacto dos custos relacionados a esse processo”. (Reverse Logistics Executive Council – RLEC, 2007)

“Logística reversa é um amplo termo relacionado às habilidades e atividades envolvidas no gerenciamento de redução, movimentação e disposição de resíduos de produtos e embalagens”. (Council of Logistics Management – CLM, 1993)

“É a área da logística empresarial que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondente, do retorno dos

bens de pós – vendas e de pós-consumo ao ciclo de negócio ouao ciclo produtivo, por meio dos canais de distribuições reversos, agregando valores a natureza: econômico, ecológico, legal, logístico, de imagem coorporativa, entre outros”. (Paulo Roberto LEITE, 2003)

“Processo de planejamento, implementação e controle da eficiência, do custo efetivo do fluxo de matérias-primas, estoques de processo, produtos acabados e as respectivas informações, desde o ponto de consumo até o ponto de origem, com o propósito de recapturar valor ou adequar o seu destino”. (Daniels ROGERS e Richard TIBBEN-LEMBKE,1998)

“Termo utilizado para referir-se à logística na reciclagem, descarte e gerenciamento de materiais contaminantes que, numa perspectiva mais ampla, inclui atividades logísticas de redução de emissão, reciclagem, substituição, reutilização de materiais e descarte”. (James R. STOCK, 1998)

“Cuida dos fluxos de materiais que se iniciam nos pontos de consumo dos produtos e terminam nos pontos de origem, com o objetivo de recapturar valor ou de disposição final”. (Antônio Galvão NOVAES, 2004).


Ponto de Ressuprimento (ou Ponto de Pedido) :

É um valor calculado pelo processo do ressuprimento com base nos parâmetros cadastrados de cada material. O objetivo do Ponto de Ressuprimento é informar quando a solicitação de compra deve ser gerada, ou seja, quando o somatório do estoque e compras em andamento for igual ou menor ao valor calculado para o Ponto de Pedido.
Tradicionalmente a representação gráfica do nível de estoque parece com um dente de serra. Esta representação é válida apenas para demandas regulares e confiáveis, fato não comum na gestão de materiais.

Ressuprimento


Bitrem, Reboque ou VCC (Veículo Combinado de Cargas) :

É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana-de-açúcar, grãos, insumos, óleo diesel, etc.

Bitrem


Obsolescência de material:


Obsoleto é algo ultrapassado, fora de uso. Em logística item obsoleto é aquele que não tem movimentação (giro de estoque) a determinado período estabelecido e que não é item estratégico.

De acordo com a política de estoque de cada empresa o período do material sem giro varia (12, 24, 36 meses) para se determinar a obsolescência do material. Após registro dos itens sem movimentação, faz-se necessário uma análise de cada item, pois podem existir itens sem movimentação, mas serem estratégico para a empresa.

O nível de obsolescência do inventário é calculado pela quantidade de itens obsoletos, dividida pela quantidade total de itens, vezes 100%.




Acuracidade :


A palavra acuracidade (oriunda de acurácia) surgiu no Brasil em 1980 devido a um erro de tradução da palavra inglesa “accuracy”, tornando-se utilizada por diversos autores em artigos, livros e seminários (SUCUPIRA; PEDREIRA, 2008)
"Accuracy" significa precisão, exatidão, e é o mesmo significado que a palavra acuracidade tem. Ela traduz o grau de ausência de erro ou grau de conformidade com o padrão. A acuracidade do inventário (como indicador de eficácia) é a quantidade de itens com saldo correto, dividida pela quantidade de itens verificados, vezes 100. Quanto maior o índice, maior a confiabilidade do sistema de gestão de estoque.



Classificação ABC dos materiais :


A metodologia ABC (Activity Based Costing ou Custeio Baseado em Atividades) é um método contábil que permite que a empresa adquira um melhor entendimento sobre como e onde realiza seus lucros. A logística incorporou esta metodologia para definir as suas classes de material da seguinte forma:

Itens do grupo "A": Pouca quantidade, mas representam grande valor.
Itens do grupo "B": Quantidades e valores intermediários;
Itens do grupo "C": Muita quantidade, mas representam pouco valor.

Utiliza-se a Curva de Pareto para classificarmos os materiais ou produtos nas três categorias, usando critérios de demanda e valor.


Itens MRO:

MRO significa Manutenção, Reparos e Operações. Trata-se dos materiais indiretos que não estão relacionados diretamente ao produto e serviço fornecido pela empresa. Em resumo são todos os itens que não são matéria-prima (insumos) e que não fará parte do produto final.

Podemos classificar os materiais MRO conforme abaixo:
MANUTENÇÃO: Itens necessários para "manter" a empresa em operação. Ex.: lâmpadas, lixas, ferramentas manuais, correias, mangueiras.

REPARO:  Itens necessários para consertar máquinas e equipamentos nas paradas corretivas e preventivas. Ex.: Porcas, parafusos, arruelas, vedações.

OPERAÇÃO: Itens necessários para manter a empresa em operação. Ex.: EPI's, ferramentas de corte, instrumentos de medição, óleos, fluidos.


Fonte: http://www.cimm.com.br/portal/verbetes/exibir/2743-mro


PDM - Padrão de Descrição de Material:


Para que o sistema de gestão de materiais seja mais eficiente e forneça um maior suporte ao departamento de Suprimentos, faz-se necessário que o cadastro dos materiais siga a metodologia PDM (Padrão de Descrição de Material).

O PDM está relacionado ao cadastro de materiais e tem como objetivos principais padronizar e automatizar a atualização da descrição curta e longa do material, facilitar a busca dos materiais e melhorar a qualidade das informações do cadastro de materiais.






 
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